A laranja paulista é colhida e levada rápido à indústria. Quem transporta a fruta in natura costuma ser especializado; a Mapa atua mais na ponta industrial, com insumos, embalagens e produtos acabados do setor, em carroceria adequada.
Uma safra que oscila
A safra de laranja 2026/27 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro foi estimada em 263,15 milhões de caixas de 40,8 kg, queda de cerca de 10% sobre as 292,94 milhões da safra anterior. Clima irregular, o ciclo bienal dos pomares e o greening explicam parte da queda. Para o frete, safra menor significa menos volume por viagem, e o mercado se reorganiza.
Onde a Mapa entra
Araraquara, Bebedouro, Matão, Itápolis e Taquaritinga concentram citricultura e agroindústria a poucos quilômetros de Bariri. O trabalho da Mapa na cadeia é de carga fechada: insumos, fertilizantes, embalagens e produtos acabados que saem das fábricas, em graneleiro, grade baixa, sider ou baú, conforme a carga.
O que pede cuidado
Cargas do setor têm janela de recebimento curta e pouca tolerância a atraso. Combine o horário com a fábrica, informe o tipo de embalagem e confirme se haverá paletização.
Para cotar
Diga origem, destino, produto, embalagem, peso e janela de entrega. Se a carga for a fruta in natura, confirme antes com a equipe se a viagem se encaixa na frota.
Perguntas frequentes
A Mapa leva laranja in natura?
Confirme na cotação. O foco da Mapa é carga fechada de insumos e produtos industriais da cadeia.
Por que a safra variou?
Clima, bienalidade dos pomares e greening influenciam o tamanho de cada safra.
Quais cidades atendem a cadeia?
Araraquara, Bebedouro, Matão, Itápolis e Taquaritinga, entre outras.



